domingo, 28 de outubro de 2012

A IMPORTÂNCIA DA MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL


A educação é a base para o crescimento e o desenvolvimento de todo e qualquer país, que almeja alcançar bons indicadores de crescimento econômico, industrial, intelectual e cultural de seu povo, pois sem o investimento preciso e necessário nessa área, torna-se inviável a construção de uma sociedade educada, politizada e democrática.

Dentro desta concepção e respeitando sua especificidade, pode-se afirmar que no ensino fundamental, a matemática é de extrema importância para o desenvolvimento pleno de sua potencialidade, tanto para instrumentação para o trabalho e para a vida quanto para o desenvolvimento do raciocínio lógico e da criatividade.

Fazer matemática é expor as próprias ideias, escutar a dos outros, formular, confrontar e comunicar procedimentos de resolução de problemas, argumentar e validar pontos de vista, antecipar resultados, aceitar erros e etc. A matemática surge de maneira espontânea e natural com as primeiras experiências, oferecidas à criança por seu meio sociocultural. A partir dessas experiências, desafios e dificuldades vão surgindo, fazendo com que a criança ao tentar solucioná-las, aprofunde pouco a pouco o conhecimento das diversas noções matemáticas. É no ensino fundamental o momento mais adequado para estimular nos alunos o desenvolvimento do pensamento lógico quer pela riqueza das atividades desenvolvidas, quer pela abertura quanto a flexibilidade, curiosidade, criatividade e descoberta.

O aluno, muito antes de entrar na escola está permanentemente em contato com a cultura e recebendo as mais variáveis informações. Ao tentar organizá-la, pensa matematicamente, esse pensar acontece de varias maneiras: quando ela brinca, joga, conversa, enfim, em qualquer situação que o desafie a pensar sobre fatos, situações e problemas a serem resolvidos.

Pensar matematicamente acerca de um fato ou um problema relaciona-se com a capacidade de juntar, separar, retirar, estabelecer correspondência entre objetos, descobrindo assim suas propriedades (cor, tamanho, forma e etc.). Ao se utilizar destas atividades espontâneas e estabelecendo relações, o aluno constrói noções matemáticas, desenvolvendo as habilidades perceptivo-motoras necessárias e isto deverá ser o ponto de partida para o trabalho com a matemática no ensino fundamental.

Diante de toda a importância da matemática apresentada a cima, para o desenvolvimento natural de cada indivíduo, percebe-se que esta disciplina, causa muito medo e desconforto para muitos estudantes, de forma a causar até empatia aos professores que lecionam essa disciplina, necessita-se portanto, de um estudo minucioso e detalhado para desvendar as causas que levaram a essa distorção acontecer no cotidiano das escolas brasileiras.

Portanto, pesquisar sobre as relações que faz com que o ensino da matemática se distancie da vida prática dos alunos, faz-se necessário para que se possa encontrar soluções que propicie uma compreensão e uma melhor relação com a mesma, para tanto, é necessário que professores se apropriem deste conhecimento, ou seja, de novas técnicas para desmistificar o mito de que a matemática é difícil, este é o grande desafio para os educadores de desta área de conhecimento.

Os objetivos evidenciam a importância de o aluno valorizar a matemática como instrumental para compreender o mundo à sua volta e de vê-la como a área do conhecimento que estimula o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas. Adota como critérios para a seleção dos conteúdos, sua relevância social e sua contribuição para o desenvolvimento intelectual do aluno, em cada ciclo.

Quanto aos conteúdos, apresentam um aspecto inovador ao explorá-los não apenas na dimensão de conceito, mas também na dimensão de procedimentos e de atitudes. Em função da demanda social incorpora, já no ensino fundamental, o estudo da probabilidade e da estatística, evidenciam a importância da geometria e das medidas para desenvolver as capacidades cognitivas fundamentais.

 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

CULTURA DE ESPERANTINÓPOLIS


O Espaço que ocupamos

O maranhão possui 217 municípios, os mesmo foram agrupados pelo IBGE Em cinco mesorregiões e 21 micro regiões. Esperantinópolis fica localizada na mesorregião Central maranhense e está situada na micro região do médio mearim.A área territorial do município 362 kilometro quadrados.
O código de endereçamento postal CEP 65750-000, é cortada pela MA 012 que liga a cidade de Igarapé Grande a Barra do Corda.

 

Fronteiras Fazemos fronteiras ao leste com Joselândiam, ao oeste com Poção de Pedras, ao sul com São Roberto e ao norte com Poção de pedras.

No lado leste temos como divisa de município o rio mearim com cerca de 70 quilômetros, que vai do povoado Sabiá no ponto sul do nosso município a Folha Miúda no ponto norte.


Nossa Economia
1.Agricultura
A agricultura de Esperantinópolis é bastante diversificada, pois produzimos grande quantidades de arroz, feijão,milho, mandioca e outros produtos. A agricultura é praticada na forma de subsistência ou seja para o próprio consumo e que vem diminuindo a cada ano.

 
Grande parte dos alimentos chega de outras localidades a preços acessíveis ao consumidor final. A queda na agricultura se deu devido a grande entrada de produtos industrializados e de preços compatíveis com os nossos.Também porque não existe mais tanta terra disponível para plantio como antes, devido ao avanço da pecuária em nosso município.

 
2. Pecuária A pecuária no município cresceu numa estimativa de 15% nos últimos anos, esse crescimento se deve ao grande avanço da pastagem e exportação de gado bovino para outras cidades.O consumo interno é grande e os grandes e pequenos produtores acreditam que ainda podem melhorar, pois a nossa região é propícia para a criação da pecuária..

 
Gado bovino pastando.

Caprinos no pasto.

3.Indústria


As indústrias de nosso município funcionam de forma artesanal.

 
Exemplos de algumas indústrias da cidade.


4. Comércio
Nosso comércio hoje é muito desenvolvido pois temos uma grande opção de compras, matérias de construções, móveis, eletros, eletrônicos,cama, mesa e banho, tudo que antes só era encontrado nos grandes centros urbanos temos tudo isso hoje em nossa cidade.
Nosso comércio cresce junto com a demanda pois o poder aquisitivo de compras do consumidor tem aumentado muito nos últimos anos, abastecemos direta e indiretamente cerca de cinco cidades e seus interiores. O fluxo de caminhões baú tem aumentado de maneira impressionante fazendo com que nosso comércio torne-se ainda mais concorrido.


 
5. Trânsito
O trânsito é o movimento de pessoa e veículos nas ruas e estradas. Aqui em nossa localidade o trânsito funciona de forma desordenada, pois na maior parte das pessoas que faze o mesmo acontecer não tem conhecimento das regras vigentes, tanto os pedestres e condutores de veículos automotores.



Confira como funciona o trânsito nas ruas da cidade.

6. Meios de comunicação
Hoje, graças ao desenvolvimento dos meios de comunicação, o esperantinópolitano podem manter-se bem informado e tomar conhecimento dos fatos que acontecem em qualquer parte do mundo, no momento em que estão ocorrendo, pois contamos com o que há de mais avançado na comunicação .



 
7. Turismo e Lazer

O lazer que até algum tempo era considerado como uma simples forma de diversão, vem adquirindo maior relevância pela comprovação de sua importância para o equilíbrio psicossocial, nossa cidade apresenta vários locais destinados ao lazer da população.

 
Lugares de destaque na área de lazer.

domingo, 14 de outubro de 2012

DOIS MOMENTOS DE MINHA VIDA

1.1 PRIMEIRO EPISÓDIO
Eu, Paulo César da Silva em minha vida, posso dizer que um dos momentos mais marcantes, acredito ter sido fazer meu curso de graduação na área de matemática, pois a mesma, sempre exerceu sobre mim, fascínio, curiosidade e interesse em dominá-la desde os meus tempos de aluno no ensino fundamental e médio, pois responder a perguntas como: para que serve a matemática? Por que aprender todo esse conteúdo de matemática na escola? Como aplicar corretamente a matemática no dia-a-dia? Como transmitir os conhecimentos matemáticos em sala de aula? Sempre foram meus anseios, visto que na época, embora já exercesse a atividade docente, tinha muitas dúvidas e a necessidade de ampliar minha compreensão e habilidade nessa área de conhecimentos.
Segundo o famoso e ilustre matemático francês, também conhecido como “o pai da matemática moderna,” Renê Descartes, “a aplicação da matemática no cotidiano ocorre como resultado do desenvolvimento e do aprofundamento de certos conceitos nela presentes, como em todas as áreas de estudo, para entender matemática, é necessário dedicação e muito estudo.”
Com esta concepção, de que é na prática que se constrói o conhecimento, passei quatro anos de minha vida, dedicando-me ao estudo da matemática, para umamelhor atuação como professor e também como cidadão atuante em uma sociedade complexa e em constante transformação.
1.2. SEGUNDO EPISÓDIO
Outro momento que merece destaque em minha vida, é a minha prática como educador, desde meus vinte anos tenho me dedicado arduamente a esta profissão, procurando levar a meus alunos conhecimento, interesse pela aprendizagem e também compromisso com um mundo melhor, cheio de paz, com melhores indicadores sociais na educação, saúde, desemprego, moradia, distribuição de renda etc.
Paulo Freire em seu livro intitulado Pedagogia da Autonomia diz que; “como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino.” Em outro momento, nos remete a uma aprendizagem significativa que ultrapasse as barreiras do poder dominante quando nos diz que; “ensinar e educar é muito mais do que puramente treinar, instruir e transmitir conhecimentos.”
Não poderia deixar de mencionar um dos pensadores que muito gosto de citar como referência, o filósofo suíço, Jean Jaques Rousseau, que em sua sabedoria disse que; “o homem nasce livre, e em toda parte é posto a ferros.”
Então, inspirados por estes pesadores e muitos outros, tenho tentado levar a meus queridos e estimados alunos, uma educação que os ajude na construção de um futuro melhor para cada um deles. A curiosidade, a busca pela aprendizagem e a liberdade de expressão tem sido meus pensamentos guias para uma educação de qualidade.
2. COMENTÁROS CRÍTICOS
Sabe-se que o educador é de certa,forma formador de opiniões, e por isso sempre deverá estudar e se apropriar de várias tendências e correntes pedagógicas para ter um posicionamento claro de direcionamento quanto aos inúmeros obstáculos que esta profissão exige de cada um de nós. Questões como; a desvalorização do magistério no Brasil, os baixos salários, a falta de boa infraestrutura para uma educação de qualidade, as péssimas condições das escolas públicas brasileiras, tudo isso, são indicadores que levam a muitos professores a desistirem da profissão.
Por tudo isso e muito mais, torna-se indispensável ao profissional da educação que se coloque como educador-pesquisador no processo educativo refletindo criticamente, sobre sua própria práticaeducacional enquanto agente de transformação social, definindo para si mesmo que tipo de docente pretende ser e atuar juntos aos seus alunos e a sociedade a qual faz parte. Definir se vai apenas reproduzir o modelo educacional ditado pelas classes dominantes ou se vai usar sua ação pedagógica para transformar em meios quantitativos para um bom desenvolvimento na ação escolar esse modelo dominante existente.
Outro saber de que o professor não pode abrir mão, é o fato de que a educação é o principal mecanismo para uma transformação das estruturas da sociedade, sendo assim, uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e aprendidos implica tanto o esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu desmascaramento. Pois a mesma não pode ser apenas reprodutora nem tão pouco apenas desmascarar os grupos que detém o poder e sim, ser capaz de intervir para uma mudança nos paradigmas criados e controlados pela elite da ideologia dominante.
Com a concepção de que o todo ensino precisa ser baseado em evidências, fatos reais e experiências pessoais e coletivas. Dentro dessa concepção, o professor é um profissional que coleta informações sobre seus alunos e as interpreta a partir da pesquisa e do seu conhecimento científico, afim de planejar e aperfeiçoar constantemente seu programa de ensino, para então, servir de luz e guia de inspiração para seus discentes, levando-os a desenvolverem suas opiniões críticas, diante de uma sociedade complexa e antagônica.
A educação e o desenvolvimento da inteligência nos seres humanos têm sido muito estudados, por diversos pensadores da educação ao longo da história. Segundo o senso comum, a inteligência é um dom, um potencial determinado pela natureza humana, de acordo os inatistas, algo inato. Já a educação pode se desenvolver, quanto melhor a educação, quanto mais variadas as oportunidades, maior será o desenvolvimento natural da inteligência.
Portanto, cabe a este profissional, ser um educador que lute contra qualquer forma de discriminação, assim como não posso, ser um professor sem me achar capacitado para ensinar certo e bem os conteúdos de minha disciplina, não sepode, por outro lado, reduzir a prática docente ao puro ensino dos conteúdos, muitas vezes até distantes da realidade, esse é o momento que a atividade pedagógicase torna muito mais importante, é quando o educador dá testemunho ético dos  valores   indispensáveis a uma sociedade politizada e bem educada.
3. TEORIAS PRÓPRIAS
Quando se fala em educação, torna-se indispensáveis não observar muito atentamente, o que muitos estudiosos já falaram e escreveram a respeito do assunto, pois se trata de um vasto caminho, com uma longa e grandiosa jornada de muitos estudos, pesquisas e reflexões que nos remete a várias tendências e diferentes correntes pedagógicas que nos auxiliam na aquisição de concepções para uma melhor e eficaz prática educativa.
A relação com o processo de ensino-aprendizagem das novas gerações sempre foi cheio de obstáculos para serem superados ao longo da história humana, necessitando assim, uma orientação de pesquisadores especializados contendo um grau maior de compreensão e entendimento, diante de uma complexidade tão grande, como é o caso da educação.
Numa sociedade democrática, ao contrário do que ocorre nos regimes autoritários existente em outras partes do mundo, o processo educacional é responsabilidade de todos os cidadãos que compõe uma sociedade, embora o poder executivo, ou seja, o poder do estado, tema obrigação e o dever de facilitar esse processo, através de leis, repasses de recursos, investimentos nos projetos educacionais e na formação de educadores para que se tenha uma educação de qualidade.
Portanto, cabe ao governo o papel de assegurar que o processo democrático se desenvolva de modo que os entraves diminuam cada vez mais. É papel do estado investir nas escolas, para que ela prepare e instrumentalize crianças, jovens e adultos não alfabetizados para o processo democrático, dando a estes, o acesso à educação de qualidade e às possibilidades de participação social.
Para exercer corretamente sua cidadania, é essencial que o indivíduo tenha acesso à totalidade dos recursos culturais relevantes para a intervenção e a participação responsável na vida social. O domínio da língua escrita e falada, os princípios básicos da matemática e das ciências humanas, das tecnologias da informática, tudo isso são saberes indispensáveis, para que cada cidadão possa ser capaz de refletir e ajudar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Essas exigências apontam a relevância de discussões sobre a dignidade do ser humano, a igualdade de direitos, a recusa categórica de formas de discriminação, a importância da solidariedade e do respeito. Cabe ao campo educacional propiciar aos alunos as capacidades de vivenciar as diferentes formas de inserção sociopolítica e cultural, neste contexto, apresenta-se para a escola, a necessidade de assumir-se como espaço social de construção dos significados éticos necessários e construtivos de toda e qualquer ação de cidadania.
Como se pode ver nos parágrafos acima, a escola tem uma grande função social, no mundo contemporâneo em que vivemos, então, voltamos ao caso do professor, que para atender toda essa necessidade, imposta pela sociedade atual, é de fundamental importância que este se dedique o máximo possível na aquisição de novosconhecimentos e habilidades e os converta em resultados positivos e perceptivos aos anseios de nossa sociedade.
4. MINHA AVALIAÇÃO CRÍTICA
Em um mundo cheio de transformações, que as mudanças acontecem constantemente, é necessário que a inserção no mundo do trabalho e do consumo, o cuidado com o próprio corpo e com a saúde, a educação sexual, a preservação do meio ambiente e o pluralismo de idéias são temas que no passado não tinha tanta importância, mas que hoje ganha um papel fundamental e de destaque no cenário social e educacional em todo o mundo contemporâneo. Nesse sentido, é papel preponderante de cada centro de ensino propiciar o domínio dos recursos capazes de levar á discussão dessas formas e sua utilização crítica na perspectiva da participação social e política.
A escola como centro de formação do futuro e do presente, cabe a ela se desenvolver cada dia mais, para melhor atender toda essa clientela que anseia por uma melhor compreensão e aquisição de todo esse rol de conhecimentos necessários e indispensáveis à vida de ser humano, que o sistema educacional, jamais pode se negar ou deixar de fornecer a esses indivíduos, para que possam viver de forma livre e conhecedores de seus direitos e deveres sociais e ambientais para a construção de um mundo saudável e sustentável.
As escolas devem criar projetos que visem o aprimoramento e consolidação dos conhecimentos transversais, que nos dias atuais, são tão importantes, quanto aqueles que são tidos como indispensáveis a cada indivíduo, pois cada escola deve trabalhar esses temas ao longo do ano letivo para alcançar bons resultados, do contrário, estará formando cidadãos sem a devida compreensão social, para atuarem de forma crítica e saudável, em um mundo, que necessita cada vez mais, de profissionais qualificados e aptos para contribuir com uma sociedade educada e democrática.
Para tanto, é necessário que, no processo de ensino e aprendizagem, sejam exploradas: a aprendizagem de metodologias capazes de priorizar a construção de estratégias de verificação e comprovação de hipóteses na construção do conhecimento, a construção de argumentação capaz de controlar os resultados desse processo, o desenvolvimento do espírito crítico capaz de favorecer a criatividade, a compreensão dos limites e alcances lógicos das experiências propostas.
Além disso, é necessário ter em conta uma dinâmica de ensino que favoreça não só o descobrimento das potencialidades do trabalho individual, mas também, e sobretudo, do trabalho coletivo. Isso implica o estímulo à autonomia do sujeito, desenvolvendo o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades, interagindo de modo orgânico e integrado num trabalho de equipe e adequado, sendo capaz de atuar em níveis de interlocução mais complexos e diferenciados.
A essas novas relações entre conhecimento e trabalho exigem capacidade de iniciativa e inovação e, mais do que nunca, “aprender a aprender”. Isso coloca novas demandas para a escola brasileira, a educação básica tem assim, a função de garantir condições para que o aluno construa instrumentos que o capacitem para um processo de educação permanente.
5. MINHA SÍNTESE FINAL
Observou-seem toda a abordagem sobre a importância da educação, para se ter um mundo com melhores indicadores sociais no que desrespeito ao trabalho individual e coletivo, a saúde do homem e do planeta, as tecnologias e as novas concepções no campo educacional, forma um conjunto de regra e saberes necessários, para que um dia se possa ter uma sociedade mais justa e solidária, onde os valores éticos de cada nação estejam voltados para o ser humano.
Neste contexto, é de fundamental importância que os governos se esforcem na construção e no aprimoramento de novos modelos de educacionais, baseados nos princípios da igualdade,da fraternidade, da solidariedade, da promoção e valorização da vida, enfim, que fossem de encontro ao verdadeiros valores que saciam e mata a fome de todo um povo, dando assim, a verdadeira importância à vida merece.
É importante ressaltar que muito tem sido feito, pelos sistemas educacionais para alcançar melhores índices na condição de vida de muita gente, embora muito ainda tem-se por fazer, mas podemos dizer, que de certa forma, muitos educadores tem trabalhado arduamente para que o mundo seja melhor, dando o melhor de si para formar cidadãos conscientes e aptos para atuarem de forma crítica e responsável em nossa sociedade.
O importante, não resta dúvida, não é parar ou acomodar-se com os resultados que já se conseguiu, mas continuar lutando para quem sabe um dia, as futuras gerações possam desfrutar do esforço feito nos dias de hoje, pois a transmissão, o ensino e a consolidação dos conhecimentos e valores relevantes a nossa sociedade, dependem da boa conduta, capacidade e habilidade do educador do século XXI.









1.1 PRIMEIRO EPISÓDIO
Eu, Paulo César da Silva em minha vida, posso dizer que um dos momentos mais marcantes, acredito ter sido fazer meu curso de graduação na área de matemática, pois a mesma, sempre exerceu sobre mim, fascínio, curiosidade e interesse em dominá-la desde os meus tempos de aluno no ensino fundamental e médio, pois responder a perguntas como: para que serve a matemática? Por que aprender todo esse conteúdo de matemática na escola? Como aplicar corretamente a matemática no dia-a-dia? Como transmitir os conhecimentos matemáticos em sala de aula? Sempre foram meus anseios, visto que na época, embora já exercesse a atividade docente, tinha muitas dúvidas e a necessidade de ampliar minha compreensão e habilidade nessa área de conhecimentos.
Segundo o famoso e ilustre matemático francês, também conhecido como “o pai da matemática moderna,” Renê Descartes, “a aplicação da matemática no cotidiano ocorre como resultado do desenvolvimento e do aprofundamento de certos conceitos nela presentes, como em todas as áreas de estudo, para entender matemática, é necessário dedicação e muito estudo.”
Com esta concepção, de que é na prática que se constrói o conhecimento, passei quatro anos de minha vida, dedicando-me ao estudo da matemática, para umamelhor atuação como professor e também como cidadão atuante em uma sociedade complexa e em constante transformação.
1.2. SEGUNDO EPISÓDIO
Outro momento que merece destaque em minha vida, é a minha prática como educador, desde meus vinte anos tenho me dedicado arduamente a esta profissão, procurando levar a meus alunos conhecimento, interesse pela aprendizagem e também compromisso com um mundo melhor, cheio de paz, com melhores indicadores sociais na educação, saúde, desemprego, moradia, distribuição de renda etc.
Paulo Freire em seu livro intitulado Pedagogia da Autonomia diz que; “como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino.” Em outro momento, nos remete a uma aprendizagem significativa que ultrapasse as barreiras do poder dominante quando nos diz que; “ensinar e educar é muito mais do que puramente treinar, instruir e transmitir conhecimentos.”
Não poderia deixar de mencionar um dos pensadores que muito gosto de citar como referência, o filósofo suíço, Jean Jaques Rousseau, que em sua sabedoria disse que; “o homem nasce livre, e em toda parte é posto a ferros.”
Então, inspirados por estes pesadores e muitos outros, tenho tentado levar a meus queridos e estimados alunos, uma educação que os ajude na construção de um futuro melhor para cada um deles. A curiosidade, a busca pela aprendizagem e a liberdade de expressão tem sido meus pensamentos guias para uma educação de qualidade.
2. COMENTÁROS CRÍTICOS
Sabe-se que o educador é de certa,forma formador de opiniões, e por isso sempre deverá estudar e se apropriar de várias tendências e correntes pedagógicas para ter um posicionamento claro de direcionamento quanto aos inúmeros obstáculos que esta profissão exige de cada um de nós. Questões como; a desvalorização do magistério no Brasil, os baixos salários, a falta de boa infraestrutura para uma educação de qualidade, as péssimas condições das escolas públicas brasileiras, tudo isso, são indicadores que levam a muitos professores a desistirem da profissão.
Por tudo isso e muito mais, torna-se indispensável ao profissional da educação que se coloque como educador-pesquisador no processo educativo refletindo criticamente, sobre sua própria práticaeducacional enquanto agente de transformação social, definindo para si mesmo que tipo de docente pretende ser e atuar juntos aos seus alunos e a sociedade a qual faz parte. Definir se vai apenas reproduzir o modelo educacional ditado pelas classes dominantes ou se vai usar sua ação pedagógica para transformar em meios quantitativos para um bom desenvolvimento na ação escolar esse modelo dominante existente.
Outro saber de que o professor não pode abrir mão, é o fato de que a educação é o principal mecanismo para uma transformação das estruturas da sociedade, sendo assim, uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e aprendidos implica tanto o esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu desmascaramento. Pois a mesma não pode ser apenas reprodutora nem tão pouco apenas desmascarar os grupos que detém o poder e sim, ser capaz de intervir para uma mudança nos paradigmas criados e controlados pela elite da ideologia dominante.
Com a concepção de que o todo ensino precisa ser baseado em evidências, fatos reais e experiências pessoais e coletivas. Dentro dessa concepção, o professor é um profissional que coleta informações sobre seus alunos e as interpreta a partir da pesquisa e do seu conhecimento científico, afim de planejar e aperfeiçoar constantemente seu programa de ensino, para então, servir de luz e guia de inspiração para seus discentes, levando-os a desenvolverem suas opiniões críticas, diante de uma sociedade complexa e antagônica.
A educação e o desenvolvimento da inteligência nos seres humanos têm sido muito estudados, por diversos pensadores da educação ao longo da história. Segundo o senso comum, a inteligência é um dom, um potencial determinado pela natureza humana, de acordo os inatistas, algo inato. Já a educação pode se desenvolver, quanto melhor a educação, quanto mais variadas as oportunidades, maior será o desenvolvimento natural da inteligência.
Portanto, cabe a este profissional, ser um educador que lute contra qualquer forma de discriminação, assim como não posso, ser um professor sem me achar capacitado para ensinar certo e bem os conteúdos de minha disciplina, não sepode, por outro lado, reduzir a prática docente ao puro ensino dos conteúdos, muitas vezes até distantes da realidade, esse é o momento que a atividade pedagógicase torna muito mais importante, é quando o educador dá testemunho ético dos  valores   indispensáveis a uma sociedade politizada e bem educada.
3. TEORIAS PRÓPRIAS
Quando se fala em educação, torna-se indispensáveis não observar muito atentamente, o que muitos estudiosos já falaram e escreveram a respeito do assunto, pois se trata de um vasto caminho, com uma longa e grandiosa jornada de muitos estudos, pesquisas e reflexões que nos remete a várias tendências e diferentes correntes pedagógicas que nos auxiliam na aquisição de concepções para uma melhor e eficaz prática educativa.
A relação com o processo de ensino-aprendizagem das novas gerações sempre foi cheio de obstáculos para serem superados ao longo da história humana, necessitando assim, uma orientação de pesquisadores especializados contendo um grau maior de compreensão e entendimento, diante de uma complexidade tão grande, como é o caso da educação.
Numa sociedade democrática, ao contrário do que ocorre nos regimes autoritários existente em outras partes do mundo, o processo educacional é responsabilidade de todos os cidadãos que compõe uma sociedade, embora o poder executivo, ou seja, o poder do estado, tema obrigação e o dever de facilitar esse processo, através de leis, repasses de recursos, investimentos nos projetos educacionais e na formação de educadores para que se tenha uma educação de qualidade.
Portanto, cabe ao governo o papel de assegurar que o processo democrático se desenvolva de modo que os entraves diminuam cada vez mais. É papel do estado investir nas escolas, para que ela prepare e instrumentalize crianças, jovens e adultos não alfabetizados para o processo democrático, dando a estes, o acesso à educação de qualidade e às possibilidades de participação social.
Para exercer corretamente sua cidadania, é essencial que o indivíduo tenha acesso à totalidade dos recursos culturais relevantes para a intervenção e a participação responsável na vida social. O domínio da língua escrita e falada, os princípios básicos da matemática e das ciências humanas, das tecnologias da informática, tudo isso são saberes indispensáveis, para que cada cidadão possa ser capaz de refletir e ajudar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Essas exigências apontam a relevância de discussões sobre a dignidade do ser humano, a igualdade de direitos, a recusa categórica de formas de discriminação, a importância da solidariedade e do respeito. Cabe ao campo educacional propiciar aos alunos as capacidades de vivenciar as diferentes formas de inserção sociopolítica e cultural, neste contexto, apresenta-se para a escola, a necessidade de assumir-se como espaço social de construção dos significados éticos necessários e construtivos de toda e qualquer ação de cidadania.
Como se pode ver nos parágrafos acima, a escola tem uma grande função social, no mundo contemporâneo em que vivemos, então, voltamos ao caso do professor, que para atender toda essa necessidade, imposta pela sociedade atual, é de fundamental importância que este se dedique o máximo possível na aquisição de novosconhecimentos e habilidades e os converta em resultados positivos e perceptivos aos anseios de nossa sociedade.
4. MINHA AVALIAÇÃO CRÍTICA
Em um mundo cheio de transformações, que as mudanças acontecem constantemente, é necessário que a inserção no mundo do trabalho e do consumo, o cuidado com o próprio corpo e com a saúde, a educação sexual, a preservação do meio ambiente e o pluralismo de idéias são temas que no passado não tinha tanta importância, mas que hoje ganha um papel fundamental e de destaque no cenário social e educacional em todo o mundo contemporâneo. Nesse sentido, é papel preponderante de cada centro de ensino propiciar o domínio dos recursos capazes de levar á discussão dessas formas e sua utilização crítica na perspectiva da participação social e política.
A escola como centro de formação do futuro e do presente, cabe a ela se desenvolver cada dia mais, para melhor atender toda essa clientela que anseia por uma melhor compreensão e aquisição de todo esse rol de conhecimentos necessários e indispensáveis à vida de ser humano, que o sistema educacional, jamais pode se negar ou deixar de fornecer a esses indivíduos, para que possam viver de forma livre e conhecedores de seus direitos e deveres sociais e ambientais para a construção de um mundo saudável e sustentável.
As escolas devem criar projetos que visem o aprimoramento e consolidação dos conhecimentos transversais, que nos dias atuais, são tão importantes, quanto aqueles que são tidos como indispensáveis a cada indivíduo, pois cada escola deve trabalhar esses temas ao longo do ano letivo para alcançar bons resultados, do contrário, estará formando cidadãos sem a devida compreensão social, para atuarem de forma crítica e saudável, em um mundo, que necessita cada vez mais, de profissionais qualificados e aptos para contribuir com uma sociedade educada e democrática.
Para tanto, é necessário que, no processo de ensino e aprendizagem, sejam exploradas: a aprendizagem de metodologias capazes de priorizar a construção de estratégias de verificação e comprovação de hipóteses na construção do conhecimento, a construção de argumentação capaz de controlar os resultados desse processo, o desenvolvimento do espírito crítico capaz de favorecer a criatividade, a compreensão dos limites e alcances lógicos das experiências propostas.
Além disso, é necessário ter em conta uma dinâmica de ensino que favoreça não só o descobrimento das potencialidades do trabalho individual, mas também, e sobretudo, do trabalho coletivo. Isso implica o estímulo à autonomia do sujeito, desenvolvendo o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades, interagindo de modo orgânico e integrado num trabalho de equipe e adequado, sendo capaz de atuar em níveis de interlocução mais complexos e diferenciados.
A essas novas relações entre conhecimento e trabalho exigem capacidade de iniciativa e inovação e, mais do que nunca, “aprender a aprender”. Isso coloca novas demandas para a escola brasileira, a educação básica tem assim, a função de garantir condições para que o aluno construa instrumentos que o capacitem para um processo de educação permanente.
5. MINHA SÍNTESE FINAL
Observou-seem toda a abordagem sobre a importância da educação, para se ter um mundo com melhores indicadores sociais no que desrespeito ao trabalho individual e coletivo, a saúde do homem e do planeta, as tecnologias e as novas concepções no campo educacional, forma um conjunto de regra e saberes necessários, para que um dia se possa ter uma sociedade mais justa e solidária, onde os valores éticos de cada nação estejam voltados para o ser humano.
Neste contexto, é de fundamental importância que os governos se esforcem na construção e no aprimoramento de novos modelos de educacionais, baseados nos princípios da igualdade,da fraternidade, da solidariedade, da promoção e valorização da vida, enfim, que fossem de encontro ao verdadeiros valores que saciam e mata a fome de todo um povo, dando assim, a verdadeira importância à vida merece.
É importante ressaltar que muito tem sido feito, pelos sistemas educacionais para alcançar melhores índices na condição de vida de muita gente, embora muito ainda tem-se por fazer, mas podemos dizer, que de certa forma, muitos educadores tem trabalhado arduamente para que o mundo seja melhor, dando o melhor de si para formar cidadãos conscientes e aptos para atuarem de forma crítica e responsável em nossa sociedade.
O importante, não resta dúvida, não é parar ou acomodar-se com os resultados que já se conseguiu, mas continuar lutando para quem sabe um dia, as futuras gerações possam desfrutar do esforço feito nos dias de hoje, pois a transmissão, o ensino e a consolidação dos conhecimentos e valores relevantes a nossa sociedade, dependem da boa conduta, capacidade e habilidade do educador do século XXI
1.1 PRIMEIRO EPISÓDIO
Eu, Paulo César da Silva em minha vida, posso dizer que um dos momentos mais marcantes, acredito ter sido fazer meu curso de graduação na área de matemática, pois a mesma, sempre exerceu sobre mim, fascínio, curiosidade e interesse em dominá-la desde os meus tempos de aluno no ensino fundamental e médio, pois responder a perguntas como: para que serve a matemática? Por que aprender todo esse conteúdo de matemática na escola? Como aplicar corretamente a matemática no dia-a-dia? Como transmitir os conhecimentos matemáticos em sala de aula? Sempre foram meus anseios, visto que na época, embora já exercesse a atividade docente, tinha muitas dúvidas e a necessidade de ampliar minha compreensão e habilidade nessa área de conhecimentos.
Segundo o famoso e ilustre matemático francês, também conhecido como “o pai da matemática moderna,” Renê Descartes, “a aplicação da matemática no cotidiano ocorre como resultado do desenvolvimento e do aprofundamento de certos conceitos nela presentes, como em todas as áreas de estudo, para entender matemática, é necessário dedicação e muito estudo.”
Com esta concepção, de que é na prática que se constrói o conhecimento, passei quatro anos de minha vida, dedicando-me ao estudo da matemática, para umamelhor atuação como professor e também como cidadão atuante em uma sociedade complexa e em constante transformação.
1.2. SEGUNDO EPISÓDIO
Outro momento que merece destaque em minha vida, é a minha prática como educador, desde meus vinte anos tenho me dedicado arduamente a esta profissão, procurando levar a meus alunos conhecimento, interesse pela aprendizagem e também compromisso com um mundo melhor, cheio de paz, com melhores indicadores sociais na educação, saúde, desemprego, moradia, distribuição de renda etc.
Paulo Freire em seu livro intitulado Pedagogia da Autonomia diz que; “como professor devo saber que sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino.” Em outro momento, nos remete a uma aprendizagem significativa que ultrapasse as barreiras do poder dominante quando nos diz que; “ensinar e educar é muito mais do que puramente treinar, instruir e transmitir conhecimentos.”
Não poderia deixar de mencionar um dos pensadores que muito gosto de citar como referência, o filósofo suíço, Jean Jaques Rousseau, que em sua sabedoria disse que; “o homem nasce livre, e em toda parte é posto a ferros.”
Então, inspirados por estes pesadores e muitos outros, tenho tentado levar a meus queridos e estimados alunos, uma educação que os ajude na construção de um futuro melhor para cada um deles. A curiosidade, a busca pela aprendizagem e a liberdade de expressão tem sido meus pensamentos guias para uma educação de qualidade.
2. COMENTÁROS CRÍTICOS
Sabe-se que o educador é de certa,forma formador de opiniões, e por isso sempre deverá estudar e se apropriar de várias tendências e correntes pedagógicas para ter um posicionamento claro de direcionamento quanto aos inúmeros obstáculos que esta profissão exige de cada um de nós. Questões como; a desvalorização do magistério no Brasil, os baixos salários, a falta de boa infraestrutura para uma educação de qualidade, as péssimas condições das escolas públicas brasileiras, tudo isso, são indicadores que levam a muitos professores a desistirem da profissão.
Por tudo isso e muito mais, torna-se indispensável ao profissional da educação que se coloque como educador-pesquisador no processo educativo refletindo criticamente, sobre sua própria práticaeducacional enquanto agente de transformação social, definindo para si mesmo que tipo de docente pretende ser e atuar juntos aos seus alunos e a sociedade a qual faz parte. Definir se vai apenas reproduzir o modelo educacional ditado pelas classes dominantes ou se vai usar sua ação pedagógica para transformar em meios quantitativos para um bom desenvolvimento na ação escolar esse modelo dominante existente.
Outro saber de que o professor não pode abrir mão, é o fato de que a educação é o principal mecanismo para uma transformação das estruturas da sociedade, sendo assim, uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados e aprendidos implica tanto o esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu desmascaramento. Pois a mesma não pode ser apenas reprodutora nem tão pouco apenas desmascarar os grupos que detém o poder e sim, ser capaz de intervir para uma mudança nos paradigmas criados e controlados pela elite da ideologia dominante.
Com a concepção de que o todo ensino precisa ser baseado em evidências, fatos reais e experiências pessoais e coletivas. Dentro dessa concepção, o professor é um profissional que coleta informações sobre seus alunos e as interpreta a partir da pesquisa e do seu conhecimento científico, afim de planejar e aperfeiçoar constantemente seu programa de ensino, para então, servir de luz e guia de inspiração para seus discentes, levando-os a desenvolverem suas opiniões críticas, diante de uma sociedade complexa e antagônica.
A educação e o desenvolvimento da inteligência nos seres humanos têm sido muito estudados, por diversos pensadores da educação ao longo da história. Segundo o senso comum, a inteligência é um dom, um potencial determinado pela natureza humana, de acordo os inatistas, algo inato. Já a educação pode se desenvolver, quanto melhor a educação, quanto mais variadas as oportunidades, maior será o desenvolvimento natural da inteligência.
Portanto, cabe a este profissional, ser um educador que lute contra qualquer forma de discriminação, assim como não posso, ser um professor sem me achar capacitado para ensinar certo e bem os conteúdos de minha disciplina, não sepode, por outro lado, reduzir a prática docente ao puro ensino dos conteúdos, muitas vezes até distantes da realidade, esse é o momento que a atividade pedagógicase torna muito mais importante, é quando o educador dá testemunho ético dos  valores   indispensáveis a uma sociedade politizada e bem educada.
3. TEORIAS PRÓPRIAS
Quando se fala em educação, torna-se indispensáveis não observar muito atentamente, o que muitos estudiosos já falaram e escreveram a respeito do assunto, pois se trata de um vasto caminho, com uma longa e grandiosa jornada de muitos estudos, pesquisas e reflexões que nos remete a várias tendências e diferentes correntes pedagógicas que nos auxiliam na aquisição de concepções para uma melhor e eficaz prática educativa.
A relação com o processo de ensino-aprendizagem das novas gerações sempre foi cheio de obstáculos para serem superados ao longo da história humana, necessitando assim, uma orientação de pesquisadores especializados contendo um grau maior de compreensão e entendimento, diante de uma complexidade tão grande, como é o caso da educação.
Numa sociedade democrática, ao contrário do que ocorre nos regimes autoritários existente em outras partes do mundo, o processo educacional é responsabilidade de todos os cidadãos que compõe uma sociedade, embora o poder executivo, ou seja, o poder do estado, tema obrigação e o dever de facilitar esse processo, através de leis, repasses de recursos, investimentos nos projetos educacionais e na formação de educadores para que se tenha uma educação de qualidade.
Portanto, cabe ao governo o papel de assegurar que o processo democrático se desenvolva de modo que os entraves diminuam cada vez mais. É papel do estado investir nas escolas, para que ela prepare e instrumentalize crianças, jovens e adultos não alfabetizados para o processo democrático, dando a estes, o acesso à educação de qualidade e às possibilidades de participação social.
Para exercer corretamente sua cidadania, é essencial que o indivíduo tenha acesso à totalidade dos recursos culturais relevantes para a intervenção e a participação responsável na vida social. O domínio da língua escrita e falada, os princípios básicos da matemática e das ciências humanas, das tecnologias da informática, tudo isso são saberes indispensáveis, para que cada cidadão possa ser capaz de refletir e ajudar na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Essas exigências apontam a relevância de discussões sobre a dignidade do ser humano, a igualdade de direitos, a recusa categórica de formas de discriminação, a importância da solidariedade e do respeito. Cabe ao campo educacional propiciar aos alunos as capacidades de vivenciar as diferentes formas de inserção sociopolítica e cultural, neste contexto, apresenta-se para a escola, a necessidade de assumir-se como espaço social de construção dos significados éticos necessários e construtivos de toda e qualquer ação de cidadania.
Como se pode ver nos parágrafos acima, a escola tem uma grande função social, no mundo contemporâneo em que vivemos, então, voltamos ao caso do professor, que para atender toda essa necessidade, imposta pela sociedade atual, é de fundamental importância que este se dedique o máximo possível na aquisição de novosconhecimentos e habilidades e os converta em resultados positivos e perceptivos aos anseios de nossa sociedade.
4. MINHA AVALIAÇÃO CRÍTICA
Em um mundo cheio de transformações, que as mudanças acontecem constantemente, é necessário que a inserção no mundo do trabalho e do consumo, o cuidado com o próprio corpo e com a saúde, a educação sexual, a preservação do meio ambiente e o pluralismo de idéias são temas que no passado não tinha tanta importância, mas que hoje ganha um papel fundamental e de destaque no cenário social e educacional em todo o mundo contemporâneo. Nesse sentido, é papel preponderante de cada centro de ensino propiciar o domínio dos recursos capazes de levar á discussão dessas formas e sua utilização crítica na perspectiva da participação social e política.
A escola como centro de formação do futuro e do presente, cabe a ela se desenvolver cada dia mais, para melhor atender toda essa clientela que anseia por uma melhor compreensão e aquisição de todo esse rol de conhecimentos necessários e indispensáveis à vida de ser humano, que o sistema educacional, jamais pode se negar ou deixar de fornecer a esses indivíduos, para que possam viver de forma livre e conhecedores de seus direitos e deveres sociais e ambientais para a construção de um mundo saudável e sustentável.
As escolas devem criar projetos que visem o aprimoramento e consolidação dos conhecimentos transversais, que nos dias atuais, são tão importantes, quanto aqueles que são tidos como indispensáveis a cada indivíduo, pois cada escola deve trabalhar esses temas ao longo do ano letivo para alcançar bons resultados, do contrário, estará formando cidadãos sem a devida compreensão social, para atuarem de forma crítica e saudável, em um mundo, que necessita cada vez mais, de profissionais qualificados e aptos para contribuir com uma sociedade educada e democrática.
Para tanto, é necessário que, no processo de ensino e aprendizagem, sejam exploradas: a aprendizagem de metodologias capazes de priorizar a construção de estratégias de verificação e comprovação de hipóteses na construção do conhecimento, a construção de argumentação capaz de controlar os resultados desse processo, o desenvolvimento do espírito crítico capaz de favorecer a criatividade, a compreensão dos limites e alcances lógicos das experiências propostas.
Além disso, é necessário ter em conta uma dinâmica de ensino que favoreça não só o descobrimento das potencialidades do trabalho individual, mas também, e sobretudo, do trabalho coletivo. Isso implica o estímulo à autonomia do sujeito, desenvolvendo o sentimento de segurança em relação às suas próprias capacidades, interagindo de modo orgânico e integrado num trabalho de equipe e adequado, sendo capaz de atuar em níveis de interlocução mais complexos e diferenciados.
A essas novas relações entre conhecimento e trabalho exigem capacidade de iniciativa e inovação e, mais do que nunca, “aprender a aprender”. Isso coloca novas demandas para a escola brasileira, a educação básica tem assim, a função de garantir condições para que o aluno construa instrumentos que o capacitem para um processo de educação permanente.
5. MINHA SÍNTESE FINAL
Observou-seem toda a abordagem sobre a importância da educação, para se ter um mundo com melhores indicadores sociais no que desrespeito ao trabalho individual e coletivo, a saúde do homem e do planeta, as tecnologias e as novas concepções no campo educacional, forma um conjunto de regra e saberes necessários, para que um dia se possa ter uma sociedade mais justa e solidária, onde os valores éticos de cada nação estejam voltados para o ser humano.
Neste contexto, é de fundamental importância que os governos se esforcem na construção e no aprimoramento de novos modelos de educacionais, baseados nos princípios da igualdade,da fraternidade, da solidariedade, da promoção e valorização da vida, enfim, que fossem de encontro ao verdadeiros valores que saciam e mata a fome de todo um povo, dando assim, a verdadeira importância à vida merece.
É importante ressaltar que muito tem sido feito, pelos sistemas educacionais para alcançar melhores índices na condição de vida de muita gente, embora muito ainda tem-se por fazer, mas podemos dizer, que de certa forma, muitos educadores tem trabalhado arduamente para que o mundo seja melhor, dando o melhor de si para formar cidadãos conscientes e aptos para atuarem de forma crítica e responsável em nossa sociedade.
O importante, não resta dúvida, não é parar ou acomodar-se com os resultados que já se conseguiu, mas continuar lutando para quem sabe um dia, as futuras gerações possam desfrutar do esforço feito nos dias de hoje, pois a transmissão, o ensino e a consolidação dos conhecimentos e valores relevantes a nossa sociedade, dependem da boa conduta, capacidade e habilidade do educador do século XXI.















quinta-feira, 4 de outubro de 2012

PARA QUE ESTUDAR FRAÇÕES?

Por que estudantes americanos sabem menos matemática, em média, do que os estudantes chineses, japonese, finlandeses, holandeses e canadenses? Essa pergunta incomoda cientistas americanos a 30 anos, pois a 30 anos os Estados Unidos tentam melhorar a educação matemática de suas crianças e seus jovens—sem sucesso. (estudantes americanos vão melhor que brasileiros em testes internacionais, mas vão pior que estudantes de países com boa tradição no ensino de matemática.) Todos acham que há vários motivos, mas haveria um motivo maior do que todos? Sim, haviam  um motivo maior do que todos, dizem oito cientistas de sete universidades grandes, liderados por Robert Siegle, que é professor de ciência da cognição na universidade Carnegie Mellon.
      Eis o motivo: os americanos não aprendem frações direito, assim como não aprendem direito a dividir um numero por outro. Robert e seus colegas examinaram dois bancos de dados, um dos Estados Unidos e um da Inglaterra, nos quais havia informações sobre 4.300 pessoas, tanto informações sobre quando elas eram crianças quanto as informações sobre quando eles estavam entrando na Universidade. Usando estatística Robert quis saber o que diferenciava os que iam bem nos estudos de matemática dos que iam mal. Não era a educação dos pais. Não era renda familiar. Não era a idade do estudante, nem seu sexo, nem seu desempenho em testes de quociente intelectual, nem sua capacidade de interpretar textos, nem sua memoria, nem seus conhecimentos de adição, subtração e multiplicação. Do ponto de vista estatístico, a única coisa que sobrou à guisa foi o conhecimento da criança a respeito de frações e divisões. “ A mensagem é clara”, diz Robert: “ temos que ajudar nossas crianças a compreender as frações e a divisão, o que significa ajudar nossos professores de matemática. Muito deles não dominam as ideias que servem de base às frações, as razoes e às proporções”.
      Robert diz que, se uma criança atende bem as frações e a divisão aos 10 anos, é muito provável que ela entenderá bem álgebra do ensino médio, e é muito possível que ela fique competente o bastante para, na faculdade, estudar algo que exija matemática—como engenharia, economia, física. “ temos de nos concentrar nesse problema agora”, diz Robert, “ pois, no mercado de trabalho atual, os melhores salários são pagos às pessoas com melhor domínio de matemática”.